30 de abr. de 2026

 Nunca acreditei em tudo aquilo que vivi, mas foi uma forma de entender o que é ruim. Muitas coisas tentaram me levar a fazer escolhas erradas, mas também me fizeram perceber o quão estranho é lutar pela própria vida quando, ao seu lado, as pessoas não demonstram qualquer importância.


É uma sensação estranha… como se as pessoas ao meu redor pudessem ser tanto força quanto fraqueza na nossa caminhada. Ainda assim, foi nesse caos que cresci. Homens que lutaram sentiram na pele a dor — e um dia entenderam que essa luta não foi em vão.


Aprendi que ninguém vive pela felicidade do outro. Sua felicidade não depende de ninguém. A forma de viver pode mudar, pode se reinventar de muitas maneiras.


Hoje, enxergo os fantasmas que ainda pairam em mim. Sei que dor e luto são apenas expressões — mas também são formas de entender quem somos de verdade. Não me prendo a falsas certezas. Posso mudar quem sou hoje e decidir quem quero ser amanhã.


De alguma forma, tudo isso despertou gatilhos, medos… tanto na luz quanto na escuridão.


Vejo pessoas mesquinhas, como marionetes tentando controlar outras, escondendo suas covardias. Pessoas que se submetem e, ao mesmo tempo, se tornam vilãs do próprio caráter.


A sombra pode até brilhar, mas a luz sempre revela a verdade. O mal nunca vai entender o que é o amor de verdade.


Criar gatilhos gera traumas. Alimenta vontades vazias. Você não pertence a esse falso amor. Isso não faz parte de você.


Seu falso moralismo é só um fantasma — uma visão distorcida das pessoas. Quem mais acusa e aponta o dedo é quem menos tem valor.


Não oprima quem te observa. Não pense que todos são tolos.


Porque no fim… quem vive na mentira, apodrece por dentro.


E toda a dor… e todo o rancor que carrego… também contam a minha história.

Nenhum comentário:

 Nunca acreditei em tudo aquilo que vivi, mas foi uma forma de entender o que é ruim. Muitas coisas tentaram me levar a fazer escolhas errad...