Buscamos caminhos tão estranhos que até sonhamos que as pessoas certas pudessem dar valor. Mas estamos nos fechando para meias verdades. Já não quero ouvir aquilo que insistimos em escutar, porque eu sei meus caminhos e sei o meu valor — você é quem não reconhece.
Qualquer falta que questione meus valores foi assim que me fez criar um mundo onde até os menores tinham valor. Mas, quando pensamos que seus filhos poderiam ter mais valor, não chegamos lá com meias verdades.
Já não sou o mesmo de antes para aliviar a dor. São fracos para sofrer e não são francos para esquecer. Vão alimentar seus próprios princípios de ódio, porque o mundo que cultivam é outro.
Os valores que eram nossos se perderam. Você prefere dar valor a pessoas que não valorizam você. Angústia, amargura e ódio são o véu de sermos meros humanos que não se valorizam.
Estamos distantes de enxergar o amor. O mundo que você prega nunca será o mesmo, porque sonhamos em ser meninos sem valores e sem princípios. Partes de nós foram destruídas.
Tudo o que tenho não tem valor para você, apenas porque pensa diferente. Isso mostra o quanto você pode ser mesquinho ao não reconhecer o valor do outro.
Não somos super-humanos para atrair apenas os verdadeiros. No mundo que deixamos de lutar, levaremos apenas dor. São fortes para sofrer, mas não são francos para entender.
Este é um ponto-chave da minha vida: tudo o que semeamos — discórdia e dor — volta para nós. Alimenta ódio e rejeição, quando, na verdade, tudo o que queremos é amor e carinho.
São fracos para viver, fracos para entender o valor do amor. O mundo fora de nós se alimenta de aflição. E eu me afasto de você, porque nunca soube dar valor.