Quando eu lembro daquilo que ouvimos,
quando vi nossas mentes se conectando…
quando a chuva cair, você vai lembrar de mim.
E das suas mentiras — você vai perceber quando passou do limite.
Enquanto o mundo gira contra você,
muita gente chora, muita gente sofre,
e ninguém vê a dor dos outros.
Não importa o que você fez pra me ferir.
A sua dor me atingiu, sim — mas a vida deu voltas.
E hoje, mesmo com tudo, eu sigo.
Dizem que é destino… talvez um destino infeliz.
Mas eu não ligo mais pro mal que você tentou fazer.
Você nunca foi homem de verdade.
Nunca respeitou limites.
Sempre tentou travar meus sonhos.
Mas agora o jogo virou.
O mundo pode desafiar,
podem jogar pedras, zombar da dor,
tentar transformar sofrimento em espetáculo —
mas ninguém mais pisa em mim.
Eu não seguro mais sua mão.
Você soltou a minha primeiro.
Suas palavras são vazias, confusas, pesadas.
As pessoas podem julgar, podem alimentar ódio,
podem querer me ver cair —
mas eu sei quem eu sou.
Sempre fui feito de amor e paz.
E mesmo assim quiseram me destruir.
Quiseram meu fim.
Mas quem caiu… não fui eu.
Eu levantei.
E ainda acredito — no meio de tanta dor —
que existe resposta, que existe luz.
Você não foi homem.
E, no fundo, nunca soube amar de verdade.
Suas manobras não me controlam mais.
Sua crueldade não dita minhas regras.
Os covardes tentam pisar em quem ama,
em quem tenta ser melhor.
Mas isso acaba.
Um dia, o mundo cobra.
Um dia, a verdade pesa.
Você não percebeu que estava caindo.
Mas eu percebi.
E mesmo ferido…
eu levanto.